Bem-Vindo(a) ao Tales of Winterfall
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Meio-dríades, os defensores da natureza.



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#1
Fuera de línea
em Sab Jul 30, 2016 6:17 pm


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Meio-dríades, os defensores da natureza.

Ao percorrer as florestas do mundo de WinterFall, é bem possível que você venha a encontrar o que parece ser uma elfa solitária, de cabelos esverdeados, vestida com folhas e flores, talvez cercada de pássaros e borboletas. Ela muito provavelmente será uma druida, uma sacerdotisa de Allihanna, que devota coração e alma à proteção e preservação da vida selvagem. Mas talvez seja alguém ainda mais especial.
As dríades, apesar de idênticas a elfas na aparência, são na verdade um tipo de fada das florestas. Sua alma reside dentro de uma árvore antiga, nas profundezas mais secretas das matas. Essa árvore também é seu verdadeiro corpo.
Dríades são criaturas gentis, pacíficas, que nunca usam seu poder para ferir ou matar. No entanto, também são solitárias e tendem a se apaixonar por aventureiros que visitem suas florestas — e esta união pode gerar frutos. A criança, que pode ser menino ou menina, quase sempre pertence à raça do pai. Mas, em raríssimos casos (sendo apenas um publicamente conhecido em WinterFall), essa criança pode trazer o sangue verde das fadas florestais.
Meio-dríades são filhos de mães dríades (não existem dríades machos) com pais humanoides (tipicamente humanos, elfos, meio-elfos ou qareen). A gravidez ocorre na grande árvore que é o corpo real da dríade: em seu tronco forma-se um tipo de útero translúcido, onde o bebê se desenvolve flutuando em seiva.
Essa concepção tão incomum raras vezes ocorre livre de complicações. É uma gravidez de altíssimo risco para a mãe e o bebê, não sendo improvável que ambos morram durante o parto. Ou pelo menos um deles.

Personalidade: Todo meio-dríade já nasce capaz de manipular matéria vegetal, mas não necessariamente com a mesma índole pacífica da mãe.
Aqueles afortunados o bastante para receber criação materna são ensinados a amar e respeitar as criaturas vivas. Se a mãe dríade não está presente, a criança cedo ou tarde é visitada por outras dríades, entes, espíritos da floresta ou mesmo deuses, que se incumbem
da tarefa. Esse contato mágico com a natureza garante que a criança se tornará, com certeza quase absoluta, druida ou ranger.
Mas o mundo muda as pessoas. Quando o meio-dríade passa a trilhar os próprios caminhos, fazer as próprias escolhas, tudo pode acontecer — especialmente quando encontra heróis aventureiros, que trazem consigo suas próprias ideias e devoções.
Talvez o meio-dríade siga o caminho do druida/ranger por toda a vida, amando e protegendo a natureza. Ou talvez tenha contato com pessoas ou eventos que mudem suas convicções,
fazendo-o abraçar outra carreira. Ou pior, pode ser vítima de fatos terríveis que o façam abandonar a índole pacífica, passando a usar seus poderes de forma violenta.

Aparência: Todo meio-dríade tem olhos verdes. Exceto por este detalhe, são indistinguíveis de um membro da raça do pai, apresentando as mesmas características físicas. Mas, quando ficam furiosos ou manifestam seus poderes, podem mostrar feições selvagens e até traços monstruosos (olhos fragmentados, veias salientes, espinhos, presas...) por breves períodos.
Nos primeiros estágios da vida, meio-dríades vivem nus como a raça da mãe. Em algum momento aprendem que a carne humana fica mais confortável sob roupas, ou dominam o uso de armaduras naturais. Em geral não têm preferências ou aversões especiais quanto a vestuário — mas, sem muita surpresa, gostam de roupas verdes ou floridas.

Relações: Quase todos os meio-dríades vivem em áreas selvagens, sem contato com outros humanoides durante toda a vida.
Rejeitam, temem e evitam povos civilizados. Mas, como suas mães, é possível que sintam solidão e procurem companhia — e sem a alma presa a uma árvore, não há nada que os impeça de procurar longe. Meio-dríades têm maior afinidade com elfos, centauros, halflings, qareen e sprites. Não ficam muito à vontade com humanos, anões, goblins, lefou e minotauros.

Tendência: Muitas vezes Neutra, mas vai depender de sua criação, como acontece com todos os outros seres. Crescendo na floresta, recebendo amor constante da mãe e das criaturas mágicas à volta, um meio-dríade certamente tem coração Bondoso — enquanto alguém que tenha sido capturado por monstros, ou testemunhado sua floresta ser destruída, talvez acabe como um ser Maligno e vingativo.

Terras dos Meio-dríades: As condições especiais que levam a seu nascimento tornam meio-dríades uma ocorrência raríssima.
Portanto, não formam comunidades e não têm terras próprias. Quando se tornam druidas, adotam a própria floresta onde nasceram como seu território; os animais, plantas e fadas são sua gente.

Religião: Como semente da própria Allihanna, é muito difícil para um meio-dríade rejeitá-la e amar qualquer outra divindade.
Mas o contato prolongado com outras culturas pode resultar em devoção a outro deus — um evento que certamente trará lágrimas à Mãe Natureza.

Idioma Meio-dríades aprendem com a mãe (ou outras criaturas) os idiomas silvestre e valkar. Sua herança híbrida também os leva a aprender outras línguas, mas muitas vezes é complicado para eles descrever ou entender coisas que não existem na natureza, como nomes de pessoas, cidades, instrumentos, magias...

Aventuras: Quase todo meio-dríade é druida ou ranger, ou foi algum dia. Mas seus poderes vegetais vêm do sangue, não de espíritos ou deuses, então são mantidos caso sua devoção à natureza seja abandonada.
Meio-dríades podem ser bons clérigos, bárbaros, guerreiros ou monges. Por sua descendência mágica, também é possível que despertem poderes como feiticeiros. É improvável que sejam paladinos, bardos, magos, ladinos, swashbucklers ou samurais.
Meio-dríades costumam se aventurar por curiosidade ou para dar vazão a seus instintos de proteger a natureza. Muitas vezes não têm escolha — os perigos do mundo chegam até eles,
na forma de vilões atrás de seus poderes mágicos, invasores em suas florestas ou mesmo intervenção divina. O fato de quase sempre terem pais aventureiros (as únicas pessoas civilizadas que costumam desbravar locais tão profundos das florestas) também contribui para que sigam este caminho.

Traços Raciais:• +4 Sabedoria, +2 Destreza, –2 Inteligência. Meio-dríades são ágeis e têm forte percepção do mundo natural, mas falta-lhes a cultura dos povos civilizados.
• Meio-dríades podem lançar constrição, torcer madeira, moldar madeira, forma de árvore e pele de árvore (apenas em si mesmos) livremente, sem gastar pontos de ether. No entanto, lançar ou manter estas magias em áreas estéreis (grandes cidades, desertos, embarcações...) ou malditas (cemitérios, templos malignos, casas assombradas...) faz-se necessário o uso de Ether.
Empatia selvagem. Meio-dríades já nascem com esta habilidade. Caso se tornem druidas ou rangers, recebem +4 em seus testes de Diplomacia com animais.

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