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Goblins, os saqueadores.

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Goblins, os saqueadores.

Mensagem por Loki em Sab Jul 30, 2016 1:16 pm


Goblins, os saqueadores.

Estes pequenos humanoides são bastante temidos em regiões selvagens, onde espreitam em grandes bandos e atacam humanos. Em Lamnor, suas legiões também enchem as fileiras da Aliança Negra. No entanto, muitas partes do Reinado aceitam-nos como cidadãos legítimos — ainda que com desconfiança.
Goblins são os únicos goblinoides que podem ser encontrados em qualquer ponto de Winterfall. Quase ninguém gosta deles ou confia neles, considerando-os incultos e primitivos. Entretanto, todos gostam que alguém faça o trabalho sujo (literalmente); nunca falta quem precise contratá-los.
Goblins não têm amor próprio e são capazes de qualquer coisa para sobreviver. Os que decidiram morar nas cidades e regiões civilizadas de WinterFall suprimem — ou escondem — seus instintos covardes, mesquinhos e egoístas. Os goblins que habitam os ermos são selvagens, vivendo do saque de caravanas e comerciantes que viajam por WinterFall, pouco mais do que bárbaros.
Em combate, os goblins se valem primeiro da esperteza, depois dos números. Pequenos e fracos, goblins recorrem à engenhosidade natural para vencer sem precisar de força. Atacam à distância, lutam próximos de passagens estreitas, por onde escapam quando alcançados e usam a escuridão a seu favor. Se a batalha não vai bem, não hesitam em fugir — para se esconder e atacar depois, quando os inimigos já não estiverem mais esperando. Para eles, vale o ditado “viver para lutar outro dia”.

Personalidade: Antes de tudo, o goblin é um sobrevivente — e, para sobreviver, é capaz de qualquer coisa. Enquanto alguns fazem emboscadas para assaltar comerciantes nas estradas, outros varrem tavernas nas metrópoles.
É difícil ofender um goblin. Eles não têm amor próprio e não entendem o conceito de humilhação. Por seus baixos padrões e facilidade em ver o lado positivo de tudo, parecem sempre satisfeitos — mesmo chafurdando no lixo e comendo vermes. Mas o sorriso de presas afiadas não é contagioso: quase todo goblin é rude, e cedo ou tarde acaba insultando alguém, intencionalmente ou não.
Quase todos temem a magia e desconfiam dela, considerando-a misteriosa e inexplicável. Preferem construir engenhocas para resolver seus problemas. Entretanto, o funcionamento de tais engenhocas é tão inexplicável quanto o mais misterioso feitiço, e não raras vezes elas provocam resultados desastrosos. Um famoso (ou infame) invento goblin são os balões de ar quente, que rotineiramente sobrevoam (e caem sobre) as grandes cidades do Reinado.
Goblins não desconfiam apenas de magia, mas também de magos; diante de um conjurador, tanto podem fugir assustados quanto atacá-lo em fúria insana. Goblins também odeiam cavalos, uma vez que estes animais conseguem farejá-los.

Aparência: Goblins são pequenos, com não mais de 1,20 m de altura e algo entre 25 e 35kg. Magros e franzinos, seus traços faciais são muito variados: uns têm a cara achatada e nariz largo, enquanto a cabeça de outros é alongada, com nariz e queixo afilados. Quase todos têm orelhas pontiagudas e pequenos dentes afiados, que talvez sejam a única coisa ameaçadora a seu respeito — além do olhar malicioso. A pele é cinzenta, mas pode variar do
amarelo ao quase negro.
Quando se importam em vestir algo, goblins quase nunca usam roupas que prejudiquem sua agilidade e furtividade. Em geral preferem armaduras de peles e couro, com muitas cintas e
bolsos onde carregar cacarecos.

Relações: O goblin urbano é bem conhecido e aceito nas cidades do Reinado; se nem todos gostam deles, pelo menos eles trabalham por baixo preço. Mas estes mesmos goblins também infestam túneis e ruínas, vasculhando-os em busca de tesouros antigos.
São ameaça constante aos viajantes e habitantes de pequenas comunidades. Por tudo isso, é comum no Reinado que habitantes de grandes cidades apenas desprezem os goblins, enquanto aqueles que vivem em aldeias e vilarejos os temem.
Quase ninguém gosta de ter goblins por perto, mas todos gostam que alguém faça o trabalho sujo ou arriscado. Por sua ausência de orgulho — e sua resistência para atuar em condições
insalubres — goblins são usados como força de trabalho para tudo que seja imundo, perigoso ou humilhante.
Goblins também são ladinos naturais e sabem tirar proveito disso. Praticamente metade dos crimes cometidos nas grandes cidades é obra deles. Isso contribui ainda mais para torná-los
indesejados, ainda que ninguém consiga de fato livrar o Reinado de sua presença. Os goblins, por sua vez, acham todos os outros humanoides muito parecidos e não perdem muito tempo tentando entendê-los. Os únicos com quem conseguem ter alguma afinidade são os lefou.
Quando trabalham com outros monstros, goblins usam seu pequeno tamanho e furtividade natural para agir como rastreadores, caçadores, sabotadores e espiões. Antes de atacar um povoado, uma tática goblinoide comum é enviar batedores goblins para atear fogo às estruturas e criar pânico.

Tendência: O goblin típico é Caótico, aleatório, até insano. Mesmo ao inventar engenhos complexos, seu funcionamento é tão absurdo que parece imitar seus processos de pensamento. A tendência mais comum para goblins é Caótica e Neutra.

Terras dos Gnomos: No Reinado, a maior parte dos goblins vive em cidades humanas — embora exista grande número de tribos selvagens. É fácil fazer um goblin feliz: ele dorme em qualquer lugar, come qualquer coisa e veste-se de qualquer jeito. Muitos até fazem amizade com ratos e outras pestes, tornando-se um tipo de “druida urbano”.
O goblin selvagem vive em pequenas aldeias ou cavernas profundas, dominando um território de alguns quilômetros em volta.
Aqueles que vivem em Lamnor são considerados parte importante da “sociedade” dos monstros: como parte da Aliança Negra, eles constroem máquinas que facilitam e fortalecem o avanço da horda de Th wor Ironfi st.
Na Aliança Negra ou não, goblins são governados por seus próprios chefes, que podem ser oficiais, líderes tribais ou mesmo reis de seus próprios domínios. É normal que esse líder cavalgue um lobo-das-cavernas ou outro tipo de criatura. A autoridade do “rei” é bem limitada; goblins selvagens seguem ordens apenas sob ameaça, e muitas vezes abandonam seus afazeres sempre que encontram algo mais interessante.

Religião: Em Lamnor, o deus maligno Ragnar é amplamente venerado pelas legiões da Aliança Negra. Também é comum para muitos goblins selvagens venerar o Deus da Morte, enquanto outros adoram Keenn, Megalokk, Sszzaas ou Tenebra. Já o goblin urbano volta-se para divindades menos violentas, como o louco Nimb e o esperto Hyninn.

Idioma Todos os goblinoides partilham uma mesma linguagem, talvez o único fator que torne possível qualquer união destes monstros. Por ser pouco conhecido entre outras raças, o goblin urbano usa esse idioma como uma forma de linguagem secreta para comunicar-se entre os seus.

Aventuras: Nem todo herói gosta de goblins, mas todos reconhecem seu talento natural para agir furtivamente e lidar com engenhos complicados. Goblins corajosos o bastante para viajar com heróis são um tanto raros — mas todo goblin concorda que ser aventureiro é melhor que ser caçado por eles...
Em um grupo, o goblin quase sempre assume papel de ladino — por sua destreza natural e tamanho pequeno, é fácil para ele ser furtivo. Rivalizam com os halflings no papel de raça
com mais aptidão para a carreira: enquanto halflings são carismáticos e cativantes, abrindo caminho através da lábia e enganação, o goblin é mais violento e “sujo”, emboscando e atacando nas sombras.
Goblins também resultam em ótimos bárbaros, druidas, guerreiros e rangers.

Traços Raciais:• +4 Destreza, +2 Constituição, –2 Carisma. Goblins são ágeis e resistentes, mas também rudes.
• Tamanho Pequeno. Goblins recebem +4 em testes de Furtividade, mas precisam usar armas menores.
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