Bem-Vindo(a) ao Tales of Winterfall
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Elfos-do-Mar, os dominadores.



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#1
Fuera de línea
em Sab Jul 30, 2016 10:12 am


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Elfos-do-Mar, os dominadores.

Enquanto a raça humana predomina em terra firme e os elfos terrestres perderam seu reino, no mar encontramos vastos reinos dominados por seus primos submarinos.
Diferente dos elfos da superfície, os elfos-do-mar não perderam seu reino, nem foram abandonados por sua divindade padroeira. Veneram Oceano, o Deus dos Mares, a quem creditam sua criação. Assim como sua divindade, buscam dominar as vastidões aquáticas do mundo.
Os elfos-do-mar encontram nos golfinhos seus melhores amigos e maiores aliados, e nos sahuagin e selakos (como muitas vezes são chamados os tubarões em Arton) seus mais odiados inimigos.
Suas armas favoritas são o tridente, o arpão (azagaia) e a rede. Entretanto, a tecnologia dos elfos-do-mar é primitiva e limitada. Como não podem acender fogueiras, nem forjar metais (elementos indispensáveis para uma civilização avançada), dependem muito de materiais que encontram na natureza.
Os elfos-do-mar combatem como elfos da superfície, mas são muito mais ferozes, decididos e plenos de atitude. Usam o ambiente aquático para obter vantagem, atacando de cima, por
baixo e nadando em círculos ao redor dos oponentes. Algumas comunidades domesticam animais marinhos, que usam como bestas de montaria e guerra.

Personalidade: De forma oposta às suas contrapartes terrestres, elfos-do-mar são rústicos e algo brutais. Respondem à maior parte das situações com violência — mais por reflexo de sobrevivência que por raiva ou medo. Mesmo o mais bondoso entre eles não vê grandes problemas em estocar com o tridente a qualquer oposição.
Esse instinto se reforça quando estão fora d’água, onde tudo é estranho e seus sentidos são limitados. Não familiares a este mundo, acreditam que o perigo pode vir de qualquer lugar, coisa ou criatura. Um elfo-do-mar é bem capaz de começar uma luta sangrenta ao apito de uma chaleira!
Uma vez superada essa insegurança inicial, quase todos são muitos curiosos e críticos quanto aos costumes deste mundo. Por exemplo, convencê-los sobre a importância do uso de roupas costuma ser bem difícil!

Aparência: Lembram elfos baixos. Têm pele lustrosa, perolada e azul acinzentada, como golfinhos. As grandes orelhas às vezes têm raios, como barbatanas. Os cabelos são igualmente longos e os olhos, amendoados. Olhos e cabelos têm cores variáveis: verde, azul, roxo, rosa e, mais raramente, vermelho ou dourado.
Na água, inspiram pelas narinas e expiram por seis fendas branquiais nas costas. Em terra, essas fendas se fecham e os pulmões funcionam de forma normal. Algumas etnias têm membranas entre os dedos, enquanto outras têm mãos e pés normais — mas com nadadeiras nas laterais das pernas e antebraços.
Elfos-do-mar vestem pouca ou nenhuma roupa; quase sempre tangas na parte inferior, feitas de couro de peixe ou fibras de algas marinhas. Usam apenas ornamentos feitos de conchas e
corais. Armaduras seriam inaceitáveis, exceto certas peças raras, desenhadas para não interferir com a natação. As elfas usam na parte superior peças feitas de conchas, ou conservam os seios nus.

Relações: “Elfos-do-mar são bárbaros perigosos que lançam ataques contra comunidades costeiras para roubar e matar”.
Infelizmente, estes são os fatos mais conhecidos sobre os elfos-do-mar. A verdade é que apenas os mais rebeldes e malignos atacam os povos do Reinado, trazendo infâmia aos demais. Enquanto alguns temem e odeiam aqueles do Mundo Seco, outros trocam bens e especiarias marinhas por armas e itens de metal, e outros ainda atuam como guias através do Mar Negro, ou até acabam tripulando navios piratas.
Elfos-do-mar não se consideram parentes dos elfos terrestres, nem mostram qualquer respeito por eles. Curiosamente, demonstram alguma afinidade com os centauros nas raras ocasiões em que se encontram. Humanos, anões e minotauros, por seu estilo de vida radicalmente diferente (vivendo em cidades e subterrâneos), são os mais estranhos para os elfos-do-mar.
Possuem inimizade natural com os tritões, uma vez que estes costumam roubar suas mulheres para fins de procriação, bem como as suas crianças para serem vendidas como escravas.

Tendência: Membros desta raça adotam tendências Neutras, como a maioria dos povos que vivem próximos à natureza — mas praticamente toda comunidade tem sua própria moral e ética.
Infelizmente, para cada tribo Bondosa, há uma Maligna. Em comunidades Neutras, indivíduos Bondosos tornam-se líderes de valor, ou então párias. Indivíduos Malignos são aceitos até
certo ponto, enquanto suas crueldades são dirigidas a outras raças.

Terras dos Elfos: Ao contrário dos elfos sem pátria em terra firme, os elfos-do-mar vivem em comunidades, e até em vastos reinos submarinos. Os mais conhecidos são Aearynn, ao oeste de Galrasia, e Imladyrr, entre Khubar e Lamnor.
Sua arquitetura é precária, mas eles são capazes de escavar cavernas para tornar seu interior mais agradável, e até erigir prédios que lembram conchas. Ou são conchas!
Em sua sociedade, apenas homens podem usar armas — é tabu uma mulher sequer tocar em uma arma. As elfas são responsáveis pela colheita de vegetais ou pequenos animais, fabricação de roupas e utensílios, preparação da comida e outras tarefas domésticas. Os homens caçam, lutam e protegem as cidades.

Religião: O Grande Oceano é, obviamente, a divindade mais importante para a raça. A maior parte das comunidades nem conhece a existência de outros membros do Panteão — mas o fundo do mar abriga criaturas imensas e misteriosas, que atuam como deuses menores. Elfos-do-mar que fazem contato com outros povos podem eventualmente cultuar Allihanna, Keenn, Hyninn, Tauron e Megalokk, entre outros.

Idioma Elfos-do-mar falam élfico e também aquan, a língua das criaturas marinhas. Poucos falam o valkar e idiomas de outras raças. Quando o fazem, têm problemas com nomes de coisas que não existem em seu mundo, como fogo, neve, chuva, cama...

Aventuras: Embora vastas, as profundezas de Winterfall às vezes tornam-se pequenas para os elfos-do-mar mais ousados. Muitos também não se ajustam aos tabus rígidos que governam suas tribos e cedo ou tarde são expulsos, ou decidem partir. Por isso, alguns tendem a se aventurar pelo Mundo Seco, unindo-se a grupos de heróis de outras raças. O único grande empecilho é sua necessidade de água, que impede longas jornadas em terras áridas.
Os elfos normalmente abraçam a carreira de bárbaro ou guerreiro, enquanto as elfas, proibidas de lutar, tornam-se magas ou clérigas (ou, agora livres dos tabus raciais, pegam em armas logo de uma vez). Feiticeiros são estranhamente comuns na raça. Estes são banidos, ou vão embora por medo de ferir sua família — mas muitas vezes conseguem dominar as magias certas para melhor adaptar-se ao Mundo Seco.

Traços Raciais: +4 Destreza, +2 Constituição, –2 Inteligência. Elfos-do-mar
são ágeis e vigorosos, mas bem menos espertos que elfos terrestres.
• Percepção às cegas 18m, apenas embaixo d’água.
• Um elfo-do-mar pode respirar fora d’água durante um número de horas igual a seu valor de Constituição (ou igual ao tempo de sua última imersão em água, o que for menor). Esgotado esse prazo, começa a sufocar.

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